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sábado, 26 de novembro de 2011

granacurta


rascunhos de tres minutos,
corri,
para escrever,
o tempo contava 
o motivo de desfacelamento ...dilaceral
contava que as letras se apagariam e 
se voltavam a escrever
como maquina...
pra baixo ..
a cima..
escrevia.
o tempo corria,
fugia ..do meu contato..
tempo,
a grana curta.
a lan ...
o fio de ceda,
a lan,
uma casa..
falta 30 
segundos..

terça-feira, 22 de novembro de 2011

VAIR SER PRECISO SECAR TODAS AS NASCENTES


fora do ser ...e
da necessidade,
nao estou comodo
...
ouvido,
em como dizer,
para os surdos,
que secar atè a ultima gota
è como apertar a ferida
e nao sentir mais dor..

pode ser a gota dagua...!
pode ser a gota dagua..!
è a gota dagua.
essa gota poluida
que deve ser secada..

sequemos o poço
nem que toda loucura coletiva
morra inchada de cirrose,

nem que os palhaços das telenovelas,
se infartem com a corda no pescoço,

precisam morrer duas vezes,
malditos palhaços
que nada sao atores,

toda gota de sangue ..agora eh vida

domingo, 6 de novembro de 2011

PRIVE- léxios

                       


Estou precisando que os indignados ocupem minha casa,
minha casa sem paredes, que descansa Jeca Tatus embriagados,
...preciso de materias de limpeza,
preciso de uns trocados,
preciso da REFORMA, 
ocupando os quadrados....


preciso de uma internet popular,
ou um gato,
na TV ou pela sala,
cagando, miando, ao nosso lado,


preciso de papéis,
para limpar a bunda, é claro,


preciso de justiça,
pra não ser encarcerado,


preciso de uma empregada autogestionaria,
que faça o serviço ESQUERDINHO,


alem de alguem que possa organizar 
as compras do mercado,


preciso tambem das chaves,
para abrir a fechadura,


e se alguem tiver um CELULAR,
chame a funeraria,
e prepare minha tumba,


o mau -sóleu JAZZ me aguarda
bendita escrivinhatura..


(fragmentos escritos por um Disléxio )

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

in-contra-forma-são


mesmo com as nuvens
pingando sobre cabeças;
mesmo se o sol não abrir,
sob os redemoninhos nebulosos das tor-
mentas,
não será preciso revirar os tumulos
do Martirio..
Lirio,
De-lirio,...
CO-lirio para os olhos escondindos
atras das lentes microscópicas,
sentido..raio que queima,
deslancha em pó as purpuras pupilas,
e amanha não acordamos,
estamos deitados sobre a terra,
esperando que as gotas 
não façam mais o serviço inócuo...


a terra que come por cima,
hoje engolimos seco,
furmigas e cupins trabalhando em conjunto,
diluem o Sal-picão.
a Arga-massa,
a (l)arga-massa,
a media-miss,
mass, 
mida-mas,..miss-mundo..
@ menin@ dos ovos-de-ouro-quadrados..!


o telefone está mudo,
noel econtra joão debaixo de uma nogueira,
os j de 27 agora são a base,
e o acido de 90, trocaram o N do cobain,
pelos Cobaias da experiencia ..


e ainda dizem em contra-cultura,
a lastima do Cachão...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

DADA,



 santissimo senhor da escolha mutua,
santificainos uma gota de imprecisão, 
derramada sobre o livro aberto que por aqui nos consta,
a qualquer palavra....
serás bem vinda.


Entre pelos lados que aporta nos a-colheu,
das sementes mal-germinadas de ingratidão,
e deixe-nos somente a penumbra que ecoa sobre
o véu noturno, pelas noites calejadas da velha cidade.


Cio-da-da-idade, 
Cio-da-da-terra,
da-da-ime nos andaimes,
pelas quedas infortunias
Paciencia!


Se eles ouvem pelas duas entradas timpafonicas,
e fazem desentendidos-ressecados-ressentidos,
ou se mesmo dizem seu contrario existencial,
dizem por medo de se manterem calado a busca pelos céus
em decadencia.
Nao ao contrario, in-vertido em suas mazelas de perversão
gozamos o pleno direito de insurgir em seus sonhos,
até que a morte não mais os separe,
até que a morte diga com todas as suas silabas e 
hiatos,
que os gatos fazem churrasco nas esquinas,
e comem carne de cachorros da rua,
os ditos espiritus-(di porco) santos perros lokos de tamanha insignificancia
que passam mijando em suas pernas 
e esfregando seus corpos imundos 
com a maldita cólera que vois,
senhores da orgia funebr'elitesca,
da gozolandia fabril em febre,
etc, das grotescas produções ficticias,
fazem questão de limparem-se com o petroleo,
ou até mesmo com o alcool,
ingerido sem nenhum bebado de rua..

quarta-feira, 18 de maio de 2011

za(P) cin(6) : nó, vê!


acompanhado pela ultima madrugada
olhei pra hora e comemorei...uhmmmm..q delicia essa cócacóla...viva o  imperialismo, o que seria minha barriga sem ele...
acendi mais um cigarro, sentado na varanda, ao lado de fora tudo se via,
até a soneca daquela menina..
na madrugada, silêncio!
olhei ao lado, uma praça do condominio ao lado,
cercas, grades, muros,
 bancos em volta dela
com pédrinhas de brita..
não havia ninguem por alí..
apenas éla

sua copa amarela,
o caule retorcido,
duas bifurcações,
q bifurcavam em mais uma,
tres galhos,
um L de balanço
talvez construiria...

mérda de noite!
a porra da barriga não parava de embrulhar
maldita pizza..daquele DisK me Disq
...as vezes nós queremos economizar uns trocados com um rango mais barato
e acabamos nús trocados
que saem carô!

nem a massa salvava..
K tu peri mesmo era fantasia,
uma espécie de leite com maisena misturado,
brócules duros, tomates estragados,
q lixo..
q comi..

brigavamos,
dois pra la e dois pra cá
só mesmo o lençol pra nus juntarmos..
frioooooo! congelanti

as pessimas situações são propicias para
sentirmos q ja não estamos mais
a cada gota de lagrima enrustida em nossos olhos
percebemos o tanto q ela
ela mesmo,
nos motiva a esquecer a dor..
e , e , E ...sei la ..
ja passou..
nem tanto

o enjoooou continua..
se embriaguez..
corri para o banheiro,
Santa
Càgada..!!!!
ps: a composição sonóra ajuda a digerir

segunda-feira, 9 de maio de 2011

atrazado comu sempre!!!

Fui direto ao terminal antigo...
Só as duas agora rapaz, acabasse de perder o das uma e dez, resmungou o fiscal. Fiquei só pensando na merda do horario, e o fedor que se espalhava pelos bancos corridos e corrimãos.
Colou uma maluco na minha, se arrastando, todo machucado, cagado, mijado, aos trapos, diria, sujo em todos os sentidos, mas quase não em todos, pedindo moedinha pra comer uma marmita. Ja disse que não tinha e minha grana tava contada pra pegar a merda do busão atrasado, que teria que aguardar até as duas. Mas ofereci um cigarro, o ultimo que tinha, na real tinha dois, um pra mim e outro pra ele, não exitando em querer, o cara pegou e sentou ao meu lado se afastando aos poucos. Tava foda a situação, o cara fedia merda, mijo, misturado com sangue em suas pernas, parecendo que tinha sido espancado naquele dia. Na outra via o mano vendendo as botas, trovava o cobrador e o motóra tentando descolar um trocado. Aos poucos foram se aproximando pessoas, e a mobilização crescia. 50 conto o par de sapatos; oooo moçooo tens uma moedinha pra mim comer uma marmita!!
andavam passando e perguntado para todos que chegavam, até então não serem correspondidos. Continuavam.
Tinha uns que até se afastavam, talvez de medo. Percebi quando a senhora se aproximou dos trabalhadores – o cobrador e motorista – no momento em que iria ser abordada pelo guri da marmita. Ela negou, é claro, e saiu pelo outro lado. Ao mesmo tempo, na contramao, vinha um cadeirante, e pediu ajuda a ela para subir a cadeira de rodas na rampa, sentando ao seu lado. Nao deu dois minutos de prosa, colou o maluco do sapatos, com um cigarro não, oferecendo mais uma vez pra ela e agora para o cadeirante. O cigarro o cadeirante já descartou na hora, alem do que o sapatos para a mulher não serviam. De como chegou, saiu andando, desejando um feliz dia das mães.
Nesse meio fio, sentou um cara do meu lado, tomando suco de laranja e comendo salgados. Nao deu outra, o guri foi se aproximando, e mais uma vez – oooo móçooo, tem uma moedinha pra marmita?
junto as pombas que queriam comer seu rango. Nao sei quem mais estava com fome naquele local, alem da minha barriga que roncava calada. Acabei tendo o prazer de contar quantas pombas rodeavam no em torno do salgado do cara. Tinha 12 na frente, e uma preta atras. Logo se assustaram quando o guri chegou. Pode ser pelo cheiro forte que exalava. Mas afinal, tens uma moedinha?
A reação foi rapida. Querix um salgado? Respondeu o cara pruguri. E o guri agradeceu com um Não! Estava escrito nos seus olhos e no seu jeito de se arrastar pelo terminal que o que precisava era mesmo de uma marmita – e um banho. Alem dele nem as pombas rangaram nada, ficaram a mercê da vontade alheia em jogar as migalhas de seu salgado. Fui compulsivo em esxpulsa-las DALI. Sabia que naquele local nem raspas e restos sobrariam, alem dos restos deste fragmento.
Domingo! Oito do cinco.
Fui acordado pela chamada da minha mae, ao longo da manha. Que merda, preprarei um susto pra ela, e acabei sendo assustado por ela. Bom dia meu filho, obrigado pela surpresa logo cedo. Que flores são essas que não conheço?.. nessas horas não sabia se estava acordado, meio dormindo, com a bába nos lençóis. È Tulipa mãe,. Pensei - espero que seja. !! ( vai saber o que entregaram pra ela.. foi tudo a distancia que poderia ser qualquer outra flor que levaram-na). - depois ligo-ti pra te desejar oo feliz dia das mães, pô foi mal, mas to capotado aqui no quarto.
Foi na pressa mesmo que desliguei, senao, não daria tempo dos afazeres da partida. Corri, pra ca, arrumei ali, fechei a casa, e perdi o busão. Fui tentar carona, e nada. Passou um amigo, mais disse que extaria voltando para o mexmo lugar donde estava vindo, ou melhor pra onde eu não iria. Nao podia voltar naquela hora. Minha direçao era outra: o terminal. Peguei o pantano do sul as pressas, contando os ponteiros do relógio. Maldito relógio que me agonizava a distração. Estavamos entrando no terminal, e o direto para o centro saindo. Filho da puta do motorista, que podia ter acelerado mais um poquinho pra ter dado tempo de conseguirmos. Filho da puta !! foi o que disse..
Cigarro da distração. As flores da sogra já pendiam para o lado. Tulipas, vermelhas. Coitadas até brocharam de tanto vento que sopravam eu sua direção. Até tentei protege-las, mas não tinha como. Além de leva-las na mão, não havia sacola, suporte, nada que poderia protege-las do vento. Botei pra jogo mexmo. Talvez, se jogar agua depois elas voltam a ficarem de pé. Quando desci no ponto, fiz umas gambiarra com o caule de uma arvore, amarrando com alguns cipós para deixa-las em pé.

De um lado para o outro, eles andavam no terminal, De esmolas ao comércio, negro comércio, pelas volupias de domingo. A rua parecia um velório, subitamente mórbida, ainda Q se viam carros passarem. Na real havia mais viaturas de plantão do que carros, também né, com aquele centro do desterro transformado em um estado de exceção permanente, não seria de se esperar que só veriamos viaturas passarem por lá. Merdaa...de meganhas!

Foi o busão que se adiantou. Apareceu no ponto 30 minutos mais antis. Quando chegou, pessoas desciam com seus ares decrépitos na cara, e o guri no mexmo tom: OOOOooo moç@@@@@, tens uma moédinha.????...as pessoas desciam e mal olhavam para o guri... até esvaziarem a lata ambulante.. Não demorou pra começar o falatório. Duas velhas, mais aquele rapaz do salgado começaram a resmungar, que onde já se viu o guri não ter apoio da família; que ele devia estar perdido nas drogas; que não tinha futuro; que não conseguiria ser ninguém na vida; que estavam com pena do coitado, e blablablablabla... - que saco essa raça du caralho Q se intromete na vida alheia pra resmungar sermãos e mais sermões.

Sem perdão, deveria ter gritado a eles. Mas decidi que nem minha voz valeria naquele instante. Vermes insolentes que não sabem de nada, alem de gozarem na cara pelas costas. Voltei...! confesso que esse dia das mães estava sendo repugnante para o lumpen. Lá no terminal do Rio Tavares, depois daquela filhadaputisse do pantano do sul, o xá de cadeira foi grande, Que deu até pra fumar um cigarro. Maldito segurança. Guardinha de bosta. Estava vindo em nossa direção empurrando um mendigo pra fora do terminal, e o mendingo empurrando ele pro lado. Foi assim que começou a briga. Ninguem nun entendendo nada, além da lastima da repressão. Porraaaaaa.. Até apareceu uma pessoa pra intervir, e nada. O segurança conseguiu o Q queria, Filho da puta. Feliz dia das mães, gritou o mendingo.

Uma hora. Entrei no Direto. As flores entre o meio de minhas pernas, balançavam pra la e pra cá, mas com suas cabeças baixas. Devia ter pego aquelas que estavam semi-abertas, com um broto ainda se abrindo. È,,!! não acabou rolando, peguei as compridas...e me fudi..!
ilustração:banksy

quinta-feira, 5 de maio de 2011

mais uma dose

ABIN, bin bin, us(A) cara
OS ama
bin bin bin
lá DEM...
OS(B)ama
brahma, desce uma redonda,
SKol(í), podiseris?
só tem ski(N), serve?
NAO, digo -  UISK(er)IN.....
desce QI mandooooooooo



ABIN, bin bin, us(A) cara
OS ama
bin bin bin
lá DEM...
OS(B)ama
brahma, desce uma redonda,
SKol(í), podiseris?
só tem ski(N), serve?
NAO, digo -  UISK(er)IN.....
desce QI mandooooooooo

terça-feira, 1 de março de 2011

mi cio no sul missi u

terça dos maiores e menores
fe(i)ra mesma doa´zedume
estragavam as maças.

acabou,
a musica escrevia as harmonias
justa
mente sobre an selhas
pintavam o rosto de tintura
La gri mas nao hÀ cena

O tá (la no) rio..
afogado..

viajei, vooooando an da randei
minhas pernas ja cortadas, nem rasteiras nao sentias
passou por entre os chinelos sen os dedos
nuvacuo

viajei, com asas po(S)da Das
nao sentia nem o peso
a brisa quente me levava la pra cima
enganado pelo vento
ela nao acreditava
nem'esmo queria
quero-quero, beija-flor
bem (Q) ti - vi
joao de barro escondido la no Pós-te

aceso estava o cigarro nas maos,
rodavam de um braço a outro, sem direçao
Nao, dirias que rodava,
entre nós a fumaça

nao durou seis meses aquele cir(ul)o
as lonas estavam sujas,
os palhaços ficou-se timido,
in timida - ação

20 anos roubados de solidao
1 segundo de silencio
trocado por 2 anos de (SI) pa ciencia
(Se)é chico?
nao faz!
não faz!

ex tá feito,
agora joga no ven-ti
la
dor!!

onde extava com a cabeça(?) nós nun tinha ex passo
E tinha duvidas do que ...
a di ANTA.?

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

black out

nao

dirias que foste um delirio compulsivo, na medida de um skizofrenico, enquanto respirava o nada passava, voltava, revoltava injurias..
confesso que nao confessaria nada se nao fosse uma simples confecçao!
mas enfim, voltando ao assunto que muito me angustia, talvez deveria pedir dizculpas, mas nem isso mas faz sentido.. sinto que morri, e continuo morrendo entre os laços de um vento, solto, vemto aki.....mas nem espero mais.
Parti, em pedaços jogados no xao. Um quebra cabeças irresoviveu de lama derretida.!

neguei

foi foda.. perdi o controle - que realmente nunca tiveras - discontroladamente pela existencia de existir, nao ser real era motivo de crisis..

cual o melhor slogan?

?su real

nao

me perguntes o que gostaria de saber...
- as pedras ja estavam na mao, prontas a serem arremessadas, mas ele resolveu guarda-las em seu bolso furado. Cairam, arremesseias para dentro de si. O choque foi constante, bateu de frente depois durmiu. na verdade nao foi um sono profundo, a superficie transbordava sonhos, distintos e inorganicos sonhos.

nao

adianta se esconder?
- nao tens para onde correr. beco sem saida, escuro, com os dois peh na lama..

o menino tentava, andando de um lado para o outro, nao enxerga o tamanho das coisas que ja na sem tias, a mae diztante.

negou

o odio que sentias por dentro, mas de la nao saia...
explodia em coalizoes semanticas, literalmente um glossario ambulante..
mulambo..

so nehgo

as classificassoes me atordoavam, dizritimadas em canto algum,
diziam n saber de nada....

in directas

avesso - o travesseiro invertido esquentava minhas orelhas - cabelos longos, soltos, molhados na cama,
cogitavam um gripe no dia seguinte. Nao tardou e o sol abriu as 2 horas da tarde.

deixa pra lah......

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

e os radios gritavam,
surdos!
voceis ouviram?
-cantou-o louco(a)tor no microfonis,,


meus ouvidos ja acostumados com as queixas daqui e Dali,
um salvador dizia que aos poucos as luzes la de baixo re(tomariam)evolta e meia aluzao. E vola e meia em si passaram, e nao (re)tornaram. 
aos poucos foram nada mais que lixo prolixo.
auns muitos,



o-brigaduun...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

mi jos ska y

ouviam-se vozes
sentidos contrarios in:versos sem tidos
caminhavam entre as sombras,
à pagao,
n@s Lù(nachikos)
Zzzzzzzzzz...........


mijadas em postes, a Urina ex:corria,
os animais inscreviam sobre tudo "himen-si dao".
fértil terra de pernas ao ar
engolias com cret(in)o tédio
- diz:calçadas!


as multidões pisavam in:diabradas no "az falt(Ô)" - a Urina...
Ex: corria nas sarge(n)tas em direçao a "boca de lobo",
um'agua suja enlamassada,
caosó(p)chika ru(ìn)a !


quem sabe não voltarão °
a merda feita junto ao caes corroiam o si mento la
ee
Vá por A vá
o mal xeiro alegrava os ou vidos...!!
Vi
dá....!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

se revisar perco meu tempo..!!!

nao vomitei, tambem pelo jeito nao saía nada daqui...fui dar uma volta, precisava nao precisar de nada mais que levar as roupas sujas a lavanderia...meses depois sem lavar, ja era hora de colocar na maquina...pagar a conta, deixe pra hora de pega-las limpas...

a auto-estima ti vá superava meus anseios...escrevi depois de olhar pelas janelas, colocando palavras que nao saiam mais da boca, por algo uns momentos...distantes momentos...pensava... refletia...se passaram anos e minha sonolencia continuava sendo combatida....

insonia...queria mesmo explodir...minha cabeça fervia....espamos..minhocas de la saiam correndo...perdia a calma..silencio...prestava mais atençao em nao prestar pra nada...deprimente como as coisas passavam, voltavam, retornavam..e nada...saia nada...de mais ...era só um dia...

diz - conexoes..brasilitis, canos, perfuraçcoes nas paredes...bate-bate..com a cabeça no volante...virava a esquerda, depois dava ré ..voltava.. pela mesma porta..que deixou fechada...baliza..!!!
derrubei-as...o instrutor ..me dissera...estaix ..re provado...
volte mais tarde..

sem chances ...nao da..
meu pneu está furado...
a bicicleta..precisava descansar...
sai andando...
n olhava para traz...
..passado!!!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

re sem ti, chegado de Sao paulo

.'ha q ele' bjo q oçê soprou, 'avô ou' ao  vento, 
RE (vira-virá)VOLTA, virou ventania,
'vô ou' passarinho, 
 de vagar, só no lento...

in:gata amar chá,
de vagar cuazê par ando,
cio tempo diz :solveu
sobr"ou t" agora in cualquer canto

o sul ór norteav''ás fronteiras,
com  vigias vagalumens
p iska, p iska verde forte
vaga (mente), vaga lumim 
ando...sempré essa!!! 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

jah jah àniz!!!!!

Sem (TI)n: vérsos perdidos, no fundo dium poço ex: correg'adios, muchacha....!
ANTI- ontem, hà manha "vi dá" perdida, Cem sem (TI) do, in: PRé-vi-si-,Vá, vida bandida...!!!! Vá como vi é = Cê, Sem o Cê, um S tão aberto q DEZ conheCê, por ondi vê io (io) (e djo)  e vai..........aaaaaaaaaaaaaaaaaaRão........  

(djo) jo ão Ão.....(b) jo............... ;*

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ogum di BEbê

domina Dores de plantao chegaram alar deantes na emergencia du HosPi (cio) Tal. Era meia noite e Um deles correram para xamar o médiCu. Estava excorrendo sangue por todo local, o Cio hemorragiCu era tanto que pintou o xao de vermelho...As pessoas se "HorroRIZ"...HAvan,à.... tanta corrupção "D:F"ato.
No meio do centro (Se)rurgiCu instrumentos de todos os tipos e tamanhos. Aparelhos de um Estado de Sitio em Coma profundo. Mas ainda Sim respirava com ajuda dos aparelhos. 
Se faltasse energia, acionava-SE baterias das escolas de Samba com suas Mangueiras verdes que tic e riam rosas per Fumadas.
Como todo masso de cigarro tem seu fim, guardaram os filtros pra contarem estórias...

Ass: O Fio (TRO), (TiA),  e Cia...
Era da  "melitA",nti o Café q (SE) be bia.....

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

SANTA (nás) CEIA,

eu quero-(ti) comer no almoço
como café de manha na janta!
sobre a mesa via garfos e facas..PRATO'doS lados
hacolherex caidas no chao,
ovinho derramado em (all) gemas
 ex-corrinham entre rios dionisicos
EU.....(ALL) FORIA!!!!!!!!!!!!!!!

  

terça-feira, 12 de outubro de 2010

ODIA eh das crianças madrugadianas

criAnsias...
em busca das rugas de outroORAx
se'medo do amanha dia g`øra
pula, remonta, diz monta, a pronta, re volta
cria!
N
sAS

Ansias,
 mergulhos oniricus de historia neMhuWa
in: consciente mente entrava dentro da mente num passado um tanto presente via como a mente
nao entende o tanto de passado que a mente Dor mente subTrAi'da mente

SE?
`¨¨¨ø˚∆˙©˜˙©˙∆∫∆¬∫¬∫∆∫√¥ç√∆∫∆√†∂®∂ß´ß∂¥¥¥∫©ˆ˜˚˙µ˜ƒ¥©ç®≈˙ç∆©∆∫µß∑å∑Ω®†¥∂¥ˆ¨∫∆√≈√≈
mente


Nuh Ansias,
efemeros devaneios di'AMBAS' in: Sigui (ni;nos) fikancias
Revira,
Volta.!

NOTA:
de, 
Fale: Cimento!

meu dia das crianças caia o dia, escurecia, 
e o sol sescondia.
ia embora, jazz dizia:
- a lama ex-corria, derrapava pelas bordas do asfalto, encontrava pedras in:lamassadas 
Atropelava..!

S.U.S.
T.O. aqui Zeh, doutro lado da linha, nao vou diz: ligar
Fale!
- Cimento por todos os lados... po^, tavavindo de Balneario CAMBIOriuh, minha v`oh tinha falecido,
num tinha nem 1,20$ proh-pedagio, a funcionaria mim prestou co'muito CUSTO! cheguei na Ilha!

Ao Léu,

o carro acabou capotando, 
parecia folha de papel no ar!
caiu do outro lado da  pista, 
atropelou dois junto com o passageiro,



atenciosa mente,

`a  Direçao

SOBRE:
VIVEU!

mas comU toda e boa prosa diztòria
num terminà por Ae,
agora tem Judisse: All
ha INVESTIgah o CAOSo

qwem decide SE(?) soh breVIVE a DIREçAO ?
-COOL,
si             PAh!
eh 
PUM!!!!!!!!!!!!!!!!!!

eis ha CRISTAO?

∑rros Ha com TECE!

Ter'sceIremos o MUNDo ?

Iremos
Remos
Or
Remos
(W)or
Remos!!!!!!!!!









eu sempre sonhei paka
sem sonhah nao da..
quem sonha nao danssa
( finado CAZUZA)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

So^ - negando...


estava a noite... um poste e sua luz ateh parou de alumiar... 
carros nao passavam, e nao ha-Via pessoas por lah...
nas'ombras mal sim xehrga u ki nun sim Ve...

A!! tem tado por lah..?
Vi(u) o lento, e quiz parar..
- ehhhhhh!! chika, quando ha-Via,
 me perdia nus ex-tremos
preh - sem - tia balanssar...
Muv mento!

A!! Pagao diz: turbi-anti,
colap'Soh Se
All..

nao p`ara, poucos,
Av`antiner`anti!!!!!
 seR ~Oes 
in monti D  ~ao






 

terça-feira, 5 de outubro de 2010

"robada n tem diz tino"

vicius
mal dito
vicius

ex cravinh´ando in: raskunhos do lixo
limpavah bunda...
merda..!

borrava o papel
ex corria no chão
em busca de alguma in: CLEAN'ação.
seu diz tino era o RALO
embora in: CÚ RALADO extava
nao in: tendia como tanto papel fe'dia!

Dupla face à segurava, àbsorvia,
advertia:
"depoix q a merda ta feita
basta SODáh-(li,mão) diz: CARGA.".

Puxaram a CordA,
desceu a merda pela PRIVADA.
o cobra-DOR à segurou q aCorda
estava presa no pescoço
pré-Cisava só de um cú-Tucano,.....................não!
DiLMA VEZ por TODAS,
é passageiro
en qualquer
direção!!!!!!!!!!